É bem evidente que minha arte preferida é a música, tanto que tenho um blog majoritariamente sobre.
Ela está presente nas vinhetas dos meios de radiodifusão, nas
propagandas, nas lojas do shopping, na novela, no filme, na série, no
carro, no celular... "Music mix the bourgeoisie and the rebel". É de se supor que pela presença quase onipresente
dela na vida cotidiana, a música seja valorizada. Mas não é o que vemos
por aí, principalmente no Brasil e, mais ainda, para meu desgosto, na minha geração e nas
posteriores.Cada momento da minha vida tem uma trilha sonora e a minha biblioteca é um dos meus tesouros mais valiosos. Também tenho muito orgulho de meu gosto musical e muita estima pelos artistas que o compõem. Colocar o fone de ouvido e deitar num ambiente silencioso é a terapia psicológica mais eficaz em mim. Eu gosto de apreciar as nuances das canções, os instrumentos, a voz, a letra e, para isso, é preciso atenção na escuta, organização dos arquivos... enfim, uma série de ações para ouvir com qualidade as faixas certas nos momentos certos. E isso vale a pena porque o material é de excelente qualidade e os efeitos, como disse, são muito positivos.
*Post originalmente publicado em dougmota.tumblr.com









