quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Playlist: 23 músicas que completam 10 anos em 2015

http://im-the-opposite-of-amnesia.tumblr.com/post/97302940196/heavy-metal-broke-my-stomp-stomp
Patrick Stump, com uns 20,21 anos em "Dance Dance", completou 30 em 2014. Não, o Fall Out Boy não é só mais uma banda emo

No ano passado, quando fiz 20 anos, publiquei um post com as dez músicas que completaram dez anos em 2014. Não sou velho, mas me senti um. Até que em janeiro, a Michelle Regna, do Buzzfeed, fez uma lista com as vinte-e-seis canções que farão uma década de lançamento em 2015. É hora de repensar nossa noção de tempo. Além de provocar uma crise existencial (tá passando muito rápido e não tô aproveitando devidamente a vida!!!), esses GIFs maravilhosos me deixaram um tanto nostálgico. E o que se faz com crises e saudade? Compartilha-se e contamina-se os outros. Se me permitem usar o slogan da Rádio Cidade, "o que é bom é pra sempre".

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Novas bandas: Veementes

Ontem, a capa do Segundo Caderno d'O Globo trazia uma constatação triste para o rock nacional: cada vez menos as rádios o tocam. O estilo perdeu a batalha para o neo-sertanejo e estaria relegado a voltar para o underground, deixando a massa parcialmente desprovida de música mais bem construída, reflexiva, crítica. Alguns dos ícones ouvidos na reportagem e eu, no entanto, acreditamos que o que é bom tem que ser, sim, popular. As pessoas merecem. O futuro do rock está, aparentemente, na Internet. E é nela que eu descobri a nova banda de hoje, que cumpre todos os requisitos para se equiparar às raízes do Rock 'N' Roll. Direto do interior de Goiás: Veementes.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Overdose de OneRepublic



Sabe quando você passa um decênio ouvindo nas rádios e assistindo aos clipes de uma banda na televisão, mas sem realmente se ligar naquele conteúdo? Minha história com o OneRepublic é assim. No começo, como muita gente, só conhecia "Apologize" (o que viria a descobrir que aquela versão era o remix do Timbaland e que a original era mil vezes mais emocionante) e alguns outros singles. Talvez seja culpa da má divulgação no Brasil, ou um erro meu de, mesmo em tempos de internet, não procurar saber mais. O que importa é que essa fase morreu graças a "Counting Stars", que me deu um choque e me fez tomar vergonha para ouvir todos os outros álbuns e ficar extremamente encantado. Outra coisa que me surpreendeu foi a genialidade do vocalista Ryan Tedder, mas disso falo mais adiante.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Playlist: Tapas na cara da sociedade

Chegar à conclusão do que realmente é um tapa na cara sociedade, numa época na qual o termo se tornou completamente banal, é tarefa difícil. Por isso, uma curadoria bem delicada foi necessária. Escolhi músicas que criticam determinado(s) comportamento(s) coletivo(s), apontam problemas ou defendem pontos de vista e, ao mesmo tempo, o fazem provocando repúdia, crítica e questionamento por parte de quem escuta. Posso não ter incluído vários clássicos que poderiam ser considerados obrigatórios numa playlist como essa, porém, a minha intenção aqui, ao contrário do que fiz em outros posts parecidos, é justamente tentar quebrar expectativas do óbvio, tornando mais pessoal o gosto musical, e, claro, mostrar conteúdo novo pra vocês.
Prevejo que o player não vai mostrar todas as 14 faixas na página do post, como o de costume, então peço que vocês abram a página da playlist em uma nova guia, ouçam as músicas lá e leiam o resto do post aqui. Peço desculpas por isso e, se alguém souber de uma alternativa de serviço que eu possa usar pra criar players de audio assim, favor me indicar com urgência.

Baby, mais uma vez


Recentemente pipocaram nas minhas timelines notícias de que vários (alguns, na verade) artistas gravaram covers para "Baby One More Time", da Britney Spears, o hino de uma geração. Não da minha porque eu tinha 4 anos quando foi lançada, apesar de adora-la. Alguns ficaram bem fajutinhos, outros me surpreenderam pela qualidade. Arrisco afirmar que pelo menos um dos que vão ouvir abaixo ficou melhor do que o original. Fãs, não me odeiem.

Novas bandas: ParanoiKa


Ter um blog de música tem lá seus benefícios. Apesar do número limitado de leitores, alguns artistas e bandas me acham no Twitter e me seguem. Acabo não gostando de, digamos, uns 60% deles. Porém, as chances do restante me surpreender positivamente são altas. Um desses perfis foi o da banda ParanoiKa, de Curitiba, que põe em prática no Brasil um estilo que nunca tinha escutado no meio musical nacional.

Degradação e esquecimento

imageÉ bem evidente que minha arte preferida é a música, tanto que tenho um blog majoritariamente sobre. Ela está presente nas vinhetas dos meios de radiodifusão, nas propagandas, nas lojas do shopping, na novela, no filme, na série, no carro, no celular... "Music mix the bourgeoisie and the rebel". É de se supor que pela presença quase onipresente dela na vida cotidiana, a música seja valorizada. Mas não é o que vemos por aí, principalmente no Brasil e, mais ainda, para meu desgosto, na minha geração e nas posteriores.


Cada momento da minha vida tem uma trilha sonora e a minha biblioteca é um dos meus tesouros mais valiosos. Também tenho muito orgulho de meu gosto musical e muita estima pelos artistas que o compõem. Colocar o fone de ouvido e deitar num ambiente silencioso é a terapia psicológica mais eficaz em mim. Eu gosto de apreciar as nuances das canções, os instrumentos, a voz, a letra e, para isso, é preciso atenção na escuta, organização dos arquivos... enfim, uma série de ações para ouvir com qualidade as faixas certas nos momentos certos. E isso vale a pena porque o material é de excelente qualidade e os efeitos, como disse, são muito positivos.


*Post originalmente publicado em dougmota.tumblr.com

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

10 músicas que completam 10 anos em 2014

Vocês provavelmente já devem ter visto algum post percorrendo as redes sociais exaltando a unicidade das gerações Y (à qual pertenço) e parte da Z, dizendo que nós acompanhamos a evolução das mídias e conhecemos das mais arcaicas às mais futurísticas, e ainda relembrando os programas de TV que assistimos e como são melhores do que os atuais. Enfim, conteúdo bem nostálgico que nos faz pensar sobre a nossa idade. 

Eu, por exemplo, completo duas décadas de vida nesse ano que acabou de começar. Isso significa que eu começava minha pré-adolescência quando as músicas deste post foram lançadas. Esse é o mundo adulto com o qual sonhava naquela época! Talvez esse post não traga sensações boas aos leitores.

Tudo começou com um post cheio de GIFs que pintou na dashboard do Tumblr hoje pela manhã. Mas GIFs não têm som, então deliciem-se, ou entrem em crise existencial, com a playlist que vocês pediam por telefone para as rádios:

domingo, 10 de novembro de 2013

Novas bandas: Rodrigo Del Arc



Num belo dia navegando pelo site da JB FM, vi o anúncio de um artista que me pareceu interessante por sua peculiaridade: ele era brasileiro e cantava bossa nova em inglês. Depois de escutar uma faixa, decidi que valeria uma pesquisa por mais material. Logo fiquei bem mais otimista em relação à projeção da música brasileira no exterior. O jovem brasileiro já tinha bombado no oriente antes e agora está vindo com tudo no Brasil. Seu nome: Rodrigo Del Arc.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Um ódio, um amor, uma incógnita: Yann

O Overdosis não é um blog de notícias, então este post tem o intuito-mor de causar reflexão, mais do que noticiar, apesar de ser um dos primeiros veículos da blogosfera brasileira a reportar esse big hype.

domingo, 12 de maio de 2013

Novas bandas: JACOB

Depois de um longo período nas sombras do esquecimento wébico (causado pelas 13 horas e meia gastas dentro da universiade diariamente), o Overdosis voltou, e, como sempre, com material de primeira qualidade. Hoje vou apresentá-los o Jacob Schaffer, um músico influenciado por tudo abaixo e ao redor do sol - como ele mesmo se define-, que também é artista visual, ator, poeta e ainda professor de yoga [!!!] que estuda engenharia de audio em Nova York. Creio que essa qualificação cria altas expectativas em relação ao seu trabalho. Na minha percepção, todas foram satisfeitas. Já que ele tem um portfólio tão diversificado, vamos analisá-lo por partes.